22 de março de 2017

Mudança: oh trem difícil e que não acaba

move home, mudança, mudança de casa
Precisava de um jacaré desse
Comentei por aqui que estava de mudança e por isso o blog estava [de novo] em hiatos. Não era a intenção, mas empacotar coisas, correr atrás de caixas, procurar carreto, trabalhar, cuidar de sobrinho, ajudar a mãe....é loucura demais para um único ser humano. E quando esse ser humano soy jo o negócio fica confusão mental, minha gentem. Mas já aviso que no fim deu tudo certo. Amém.

Descobri desta vez que caixa de papelão é um troço complicado de se encontrar ultimamente. Você vai nos mercados e hiper da vida e não tem, quando acha uma ou outra são aquelas pequeninas. Mas tenho dica: corre pra Americanas que você sorrirá. A loja próxima a ex-casa me salvou. E também o sacos pretos (os de lixo).

Dica: livros e afins não coloca em caixa grande, porque só o Huck para levantar!

Como faz falta uma amiga morando perto, com horário disponível, bem de saúde, faz falta nessa hora, gentem. Porque amizade dá pique pra encaixotar as tranqueiras e não tranqueiras. Pastei!!! Tive ajuda, mas em pouquíssimos dias. E não deixe para depois.
Comecei a arrumar as coisas em janeiro, mas sou virginiana, gentem, e a pessoa precisa organizar tudo por cor (não é pra tanto – mas sinta o drama) e nessa eu demoro dias em um metro quadrado, porque desse surge a ideia de fazer uma lista, um texto, de separar x e y para um doação ou mesmo venda. E o trem demora demais, mais do que deveria. O dia acaba e o fica uma zona e, apesar de virginiana, convivo bem com a bagunça por um dia (até mais) e vou dormir, ler ou assistir algo. Vida não e só trabalho. Quando vi tinha chegado o dia da mudança e não tinha guardado tudo, resumindo: empacotando enquanto levo as coisas para o carro da mudança.

Então, arrume as coisas com tempo de sobra porque vai que surge algo a mais para fazer. Nunca se sabe. Nem tudo dá pra programar.

Como não amar, mexer nos seus papeis guardados e achar recado da época da escola, cartas de pessoas que foram especiais. Das melhores coisas da mudança.

Depois que encaixotei tudo, comecei a levar as coisas para nova residência. Oh delicia! (sinta a ironia). Gentem, tem que arrumar, viu. E a mudança não acaba. Mesmo trabalho anterior. Às vezes até mais, caso vá para uma casa menor, como aconteceu comigo. Voltei pra casa da mamys [assunto para depois].

Arruma, arruma, arruma. Onde colocar? Aqui! Tô com dor!!!

E quando termina essa fase de mudança, que alívio. Sem caixas, sem sacos, cada coisa no seu lugar...você se sente mais leve e com dever cumprido. Porque mudança é difícil e desgastante, mas é renovador.

Acabou!!!

Desapaguei de roupas que não usava há anos e guardava por apego desnecessário, me desfiz de vários livros que não tinha porque ter na estante, de filmes que não me agradavam, de papel acumulados e tudo que não via o motivo de continuar comigo. Deixei ir, vendendo ou mesmo doando.

A mudança acabou a vida agora tá voltando a programação e eu estou aqui para dizer Oiii. E dar a dica: vai mudar? Comece a arrumar tudo bem antes, compre um relaxante muscular, coloque uma música, desapegue, chame os amigos pra ajudar e tenha coragem. Porque é preciso. Ah! E a mudança acaba sim, e no fim ela é ótima.

Me conta, você já passou por isso ou está passando?

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2 de fevereiro de 2017

Desapegando dos bens materiais para a energia fluir

despertar, desapegar, desapego

Tracei planos para este ano e o desapego precisa acontecer para que tudo caminhe devidamente: estou dando tchau para livros, mangás, filmes, roupas, móveis, maquiagens, coleções, itens de casa. Confesso, está sendo uma etapa difícil.

Sou daquelas pessoas meio apegada as coisas, sabe?!? Sou acumuladora também. Tenho mais maquiagem pessoal (além das de trabalho) do que um humano é capaz de usar. Livros aos montes, entre lidos e a ler, e uma lista enorme de desejados, sem falar dos mangás. O resto você já deve imaginar como é: tenho até hoje meus recortes das Chiquititas, e confesso que não sei como será ao chegar nessa parte do desapego, porque ano passado passei por ela e nada se foi.

O processo de desapego começou lá por setembro de 2016, cada mês mexia em uma parte da casa e tirava uma coisa e outra. De tudo, o que está sendo mais tranquilo desapegar, além das roupas, são os livros. Sim, os livros.

Quem me conhece sabe que sou louca por eles e que é incrível eu dizer isso. Eu também acho. Mas depois do Kindle eu não acho mais necessário ter trocentos livros na estante, apesar de lindo, maravilhoso. Hoje, quero só deixar aqueles que amei demais, os que tiveram aquela pitada que fez a diferença para mim. Os outros estão indo aos poucos: dei, vendi e ando trocando no Skoob [vai lá] (mais livros assim, né? Eu sei, mas isso é assunto para outro post). O que vale é que na minha mente ficou bem claro que não é preciso ter livros e livros na estante. Trocando, dando, vendendo eu ajudo outras pessoas. Acredito que esse seja o principal motivo para que este processo do desapego esteja mais fácil.

O desapego não é tão tranquilo, minha gentem, mas é libertador. Sei que parece clichê, mas é verdade. Cada vez que uma coisa se vai eu fico feliz, porque sei que a cada tchau a realização das minhas metas está mais próxima. O tal do “abrir mão de umas coisas para que outras cheguem”. Então, o processo do desapego aqui em casa está 100 por hora e vamos ver aonde vai ar. Vou contando.

E você, está nesse processo, já passou por ele ou quer inseri-lo na sua vida? :)

Imagem: Mônica Crema

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27 de janeiro de 2017

Vem ver o que rolou pelo Papuff nestes anos

Navegar é conhecer é se encontrar
Novo ano, nova fase por aqui, mas alguns post que foram para o ar no Papuff não podiam deixar de não existir por eu ter me encontrado nesta brincadeira de ter um blog de altos papos. Porque eles seguem o que sempre busquei para este cantinho, por isso convido você a (re)conhecê-los e (re)prosear [?] sobre eles. Vai ser bom falar de assuntos que passaram por aqui há tanto tempo.

Crônicas: nelas compartilho pensamentos, situações, sentimentos, vida!

Playlist e Papos de Música: Amo música e divido muita playlist por aqui, tem de tudo um pouco. Vamos relembrar e talvez requebrar ;)

Por falar em música, já viu o projeto que está rolando no insta do Papuff? Não, então vem participar, é só postar uma música por dia (ou quando conseguir) usando a hastag #umamusicapordiapapuff. É uma forma de trocarmos gostos musicais, conhecer novas músicas e vai rolar playlist do projeto. Vem!

Filmes: Adoro filmes e você verá muito papo sobre isso por aqui. Curto séries também, mas vejo poucas, elas estarão por aqui. Assim como animes e doramas. Já disse que sou uma eterna "criança"? 
10 filmes para assistir com Elijah Wood - meu ator preferido, tinha que ter ele por aqui. E só o post dele ficou da categoria, por que será? ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Papuff: Essa é a categoria de papos, onde trago situações que vivi, vivo e viverei. Amém!

Aleatórios: De tudo um pouco, porque o Papuff é isso mesmo.

Especiais: Tudo aqui é especial, mas essa categoria são para entrevistas e coberturas. E á rolou conteúdo por aqui, para os fãs de kpop
BEAST, 4Minute e G.NA se apresentam no Brasil                          

Se você já acompanhava o Papuff anteriormente percebeu que o layout mudou. Queria algo bem simples e este free que achei atendeu minhas expectativas em muitos quesitos listados por mim. Ainda quero dar uma mudada em algumas coisas, mas isso virá com o tempo. Espero que gostem do ambiente. Está clean e curto isso, sabe? Ambiente clean, vida clean. Divagações!!!

E me conta, o que está achando do Papuff?

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23 de janeiro de 2017

Reencontrando o Papuff

Todo dia é dia de aprender, de fazer diferente, de recomeçar e ser feliz!

Quando criei o Papuff, lá em 2014, o intuito era fazer um cantinho para compartilhar sonhos, gostos, música, pensamentos: VIDA! E ter uma troca de ações, sentimentos e o que mais de bom pudesses vir dessa experiência. Mas em todo esse tempo que ele ficou no ar, isso não estava acontecendo. Eu não achava que o Papuff era o que eu desejava. E ele não era, por culpa minha. Ele estava traçando o caminho dos blogs famosos (não que isso seja problemas), o que eu não queria. 

Nunca quis mais do mesmo. O plano sempre foi ser diferente mesmo sendo igual. Porque o Papuff na minha mente sempre foi um diário, um compartilhamento de quem eu sou e com isso ajudar e levar novas informações a quem acompanha. E eu não estava conseguindo transmitir isso como desejava e parava com as postagens. Sem contar as outras desculpas que criava para não fazer o que sempre desejei.

Perfecicionista ao máximo eu me cobro tanto que me bloqueio. Penso que não sou capaz, além da minha super preocupação com a opinião dos outros. O Papuff ficou parado, assim como outros projetos.

Hoje não vou dizer que estou curada dessas loucuras, mas estou trabalhando para superá-las e aprendendo a lidar com elas da melhor forma possível e convido você a acompanhar essa trajetória de vida, do Papuff.

A maior parte dos post antigos foram deletados, os que permaneceram foram os que de uma forma ou outra estão de acordo com o que eu sempre quis para este blog. Convido novamente a fazer parte desta “nova” fase do Papuff, então comente, participe e vamos trocar informações, rir e chorar juntos.
2017 incrível para nós!!! Muita luz ☀✩
Imagem: Mônica Crema

3 de junho de 2016

Você sorriu e eu fiquei, por enquanto

sorriu e fiquei. Amor. Coração

Fui decidida a colocar um ponto final nesse romancinho adolescente: muitos sorrisos e poucas atitudes. Estava cansada dessa incerteza, desse gostar incerto. Mas te vi, você sorriu e eu esqueci o que havia decidido.

Como é difícil deixar o gostar escondido. Queria que fosse mais fácil. Porém, o que quero mesmo é que a gente pare com esse joguinho. Vamos logo nos jogar e ver onde isso vai dar: fim ou início. Só quero ter algo certo. É ruim demais gostar tanto sem poder colocar para fora.

Por favor, me diz como será; e vamos rir mais ainda juntos. Porque que você me adora e me acha foda você já confessou, agora só precisa agarrar e sorrir. Por enquanto, eu estou aqui, mas não sei até quando.

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